Bacharel em Artes Cênicas, com especialização em Direção Teatral pela UNI-RIO (1991). Formação profissional para atores (1981 e 1982), na Escola de Teatro Martins Penna, Rio de Janeiro. Dirigiu diversas novelas e minisséries na Rede Globo de Televisão, fez direção geral de Malhação, em 2009, documentários para TV Futura, “Em quadro - a história de 4 negros nas telas”, documentário “O Xixi do Carnaval”, além do longa-metragem “Os Normais”. Um dos seus trabalhos mais recentes é a direção do espetáculo infanto-juvenil “Paparutas” (texto de Lázaro Ramos) e agora se prepara para produzir e dirigir um documentário sobre a dupla Claudinho & Bochecha.
Ana
Maria Gonçalves formou-se em Publicidade e Propaganda, trabalhando na área até 2001, quando descobriu os blogs e começou a escrever ficção. Em 2002 mudou-se de São
Paulo para a Ilha de Itaparica (BA), onde escreveu e lançou em edição de autor o
romance “Ao lado e à margem do que sentes por mim”. Enquanto o escrevia, fazia
a pesquisa histórica para o livro "Um defeito de cor". Lançado pela editora
Record, em 2006, este livro ganhou o Prêmio Casa de las Américas (Cuba,
2007) e está em sua 9a edição. Ela possui textos publicados em
antologias em Portugal e Itália. Durante 7 anos morou nos Estados Unidos, onde pesquisou e ministrou cursos e palestras sobre relações raciais. Como
escritora residente, fez leituras e cursos em Tulane University (2007),
Stanford University (2008) e Middlebury College (2009). Mira atualmente em
Salvador e está trabalhando em vários projetos: um livro de ficção, um livro de
não ficção sobre racismo, duas peças teatrais e um filme sobre a vida de Luis Gama, um dos expoentes do romantismo no Brasil.
Profª Drª Tania Brandão | Rio de Janeiro
Graduada em História (Bacharelado) pela UFRJ (1973), tem Licenciatura Plena em História pela UFRJ (1974) e Doutorado em História Social pela UNIRIO (1998). É Livre Docente em Direção Teatral pela UNIRIO. Exerceu a função de crítica de teatro em diversos periódicos. Atualmente, é professora aposentada colaboradora do PPGT – UNIRIO. Integra diversas comissões de premiação, curadoria e de organização de eventos teatrais. É pesquisadora de História do Teatro Brasileiro e orientadora de pesquisas de Mestrado e Doutorado. É professora de Teoria e História do Teatro, Coordenou o GT Teatro Brasileiro da ABRACE ate o VI Congresso (2010), integrou o Júri do Prêmio Shell de Teatro RJ (2005-2010), idem o Prêmio APTR de Teatro (2006/), o Fórum Mensal de Crítica de Teatro do jornal O Globo (2008-2009), de onde é, atualmente, crítica de teatro assistente.
Prof. Dr. Henry Thorau | AlemanhaHenry Thorau é de Berlim, Alemanha. É Professor Titular na Universidade de Trier. Nos anos 80, foi dramaturgista-chefe do Teatro Freie Volksbühne, Berlin-West. É o tradutor oficial das peças de Nelson Rodrigues, Plínio Marcos e Augusto Boal para o alemão. Escreveu: “O Teatro do Oprimido na Teoria e na Prática” (1982), “Perspectivas do Moderno Teatro Alemão” (1984), “Teatro Político no Brasil” (1990), “Captação – Estudo Etno-Psicológico Sobre Terapia-Trance no Brasil” (1994) e “O Teatro Invisível”, em 2012, entre outros. Recentemente, interessou-se pelo texto da peça Namíbia,não!, de Aldri Anunciação, também traduzida para o alemão.
Cineasta e pesquisador, é Doutor em Ciências da Comunicação pela ECA/USP, com Pós-Doutorado em Rádio, TV e Cinema, no departamento de antropologia da Universidade do Texas (Austin | EUA). Dirigiu documentários de curta e média-metragem tematizando sobre o negro na sociedade brasileira. Em 1999, finalizou seu primeiro longa para a televisão, o documentário "O efêmero Estado União de Jeová", sobre Udelino de Matos. Dois anos depois, lançou "A negação do Brasil", uma reflexão da trajetória dos personagens negros nas novelas brasileiras. O impressionante trabalho de pesquisa deu origem a um livro homônimo. Foi escolhido o melhor filme brasileiro no Festival É Tudo Verdade (2001), tendo sido também selecionado para vários festivais pelo mundo, entre eles o festival de cinema latino de Madri e o festival de documentários do Porto. Em 2004, finalizou seu primeiro longa-metragem de ficção, "As Filhas do Vento", que ganhou 8 prêmios no Festival de Gramado, entre eles: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz. Participou ainda de festivais na Índia, França, África do Sul e Camarões. Em 2009, lançou o documentário "Cinderelas, lobos e um príncipe encantado", onde aborda o turismo sexual brasileiro, tipo exportação.
Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, nasceu em Salvador, em 1954. Começou a trabalhar com direção teatral na década de 70 e é um dos diretores mais atuantes do país. Responsável pela revitalização do tradicional Teatro Vila Velha, criou, junto com Chica Carelli, em 1990, o Bando de Teatro Olodum, grupo teatral baiano formado somente por atores negros. Em 1994, assumiu a direção artística do Vila Velha. De 2006 a 2010 foi Secretário da Cultura do Estado da Bahia. De volta ao teatro em 2011, criou o espetáculo Ó Paí Ó, com o Bando de Teatro Olodum, cujo texto e projeto de encenação deram origem ao filme do mesmo nome, dirigido por Monique Gardemberg, tendo no elenco, os atores Wagner Moura e Lázaro Ramos (que começou carreira justo no Bando de Teatro Olodum). Mais informações: www.marciomeirelles.com.br
Bacharel em Teorias Teatrais pela Unirio, sua monografia foi sobre a Dramaturgia Brasileira no Teatro Alemão – Tradução e Encenação. Desenvolve, desde 1996, carreira de ator. Estreou no espetáculo "O Sonho", do mineiro Gabriel Vilela, e "Os Negros", dirigido por Carmen Paternostro. Recentemente atuou nos espetáculos "Dom Quixote", de Ruy Guerra, "Um Homem Célebre", de Pedro Paulo Rangel, "Namíbia, Não!", dirigido por
Lázaro Ramos, e no longa-metragem "Revoada", do diretor baiano José Humberto Dias. Entre 2009/10 realizou estágio em Direção e Montagem de Óperas, na Alemanha e Áustria. Em 2011, ganhou o Prêmio Braskem de Teatro, na categoria Melhor Texto, com a peça criada por ele Namíbia,Não!. Participou da Comissão Julgadora de Seleção de Projetos para o Núcleo de Produção do TCA, em 2013, ano em que ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura, categoria Ficção Juvenil, pelo livro Namíbia, Não!, já publicado em português e recentemente traduzido para o alemão.






